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sábado, 18 de outubro de 2008

Confirmação e Pontuacão (10)


Restaurante O Santiago
67, R. das Portas de Santo Antão
1150 Lisboa 1150
Telefone 213 421 513


  • Desta vez, tem de ser tudo na base da memória e, devo confessar, já lá vão uns dias. Aliás, esqueci-me da factura, de maneira que também os comes e bebes (e respectivos preços) são "de cabeça"; só tenho aqui o talão do Multibanco e as más notícias começam por aí: 41,80 € para um jantarito fraquinho, duas cabeças, é um pedaço.
  • O sítio não é mau, se bem que a sala para os fumadores (pareceu-me ter outras duas, presumo que de sinal vermelho) seja nos fundos e, portanto, sem janelas.
  • O serviço é razoável, talvez um pouco "amigável" de mais, e o ambiente não tem absolutamente nada a assinalar: exactamente igual a milhares de outros sítios. A localização central, mesmo a meio da Rua das Portas de Santo Antão, convida mais o turista do que o lisboeta, pelo que também não seria de esperar comidinha muito caprichada porque, segundo a estranha convicção de alguns proprietários da restauração "turística", os estrangeiros são uma cambada de pategos que estão habituadíssimos a comer pessimamente. Ora...

Nada mais falso, como sabemos. O grande problema com este restaurante reside precisamente nos "morfes": os pitéus seriam apelativos, a julgar pelas designações (perna de borrego cabrito assada no forno e caldeirada cataplana de peixe à "Não Sei Das Quantas"), mas que venha o diabo e escolha qual o mais desenxabido.

A caldeirada "cataplana de peixe" (ou "peixe na cataplana", tanto faz) era uma espécie de caldeirada (ou peixada) metida dentro de uma cataplana, com uns pedaços de peixes variados lá dentro (variados, mas pouco) e com uma calda de refogado atomatado a fazer de molho; numa escala de 1 a 20, dou-lhe Medíocre Menos (5), e isto apenas com fins pedagógicos; a tomatada não tinha ponta por onde se lhe pegasse e a cataplana era só para fazer vista. Quanto à tal perna do tal borrego cabrito, bem, o que dizer? O mesmo que se diz geralmente de um jogador "tipo" defesa direito da selecção nacional de futebol: fraquinho, fraquinho, fraquinho. Ou seja, o raio do pernil estava rijinho, insossozinho, deslavadinho. Uma tristeza, enfim. Leva Medíocre (nem mais nem menos), aí um 7 bem medido.

Safou-se o vinho; se bem me lembro, um belo de um Grandjó, a merecer outros presigos e melhores condutos. Vá lá, bem fresco, salvou-se isso.

Pronto, pode-se fumar ali, pois pode. E é central, pois é. Mas é carote, olá se é. Não vale o preço, em suma.

Há sítios de comer que são mesmo abaixo de cão, o que não é o caso, mas este andou lá perto.

Isto aqui não é o das estrelas Michelin, nem coisa que se pareça, mas também não é o da Joana. Talvez tenha sido um dia mau do pessoal da cozinha. Mas nem todos somos turistas, nem todos somos "estrangeiros" e, principalmente, nem todos engolem sem pestanejar qualquer coisa feita à pressa e sem gosto nenhum.

Fumar no restaurante é bom, passar fomeca no intervalo dos cigarros é mau.




snap map

Esta apreciação, bem como a cotacão atribuída, resultam de uma única visita e constituem a expressão de uma simples opinião, devendo por conseguinte ser consideradas como isso mesmo, opinião num artigo de opinião.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Confirmação e Pontuacão - 9

"A Comidinha", restaurante onde se pode 'baforar'






A comidinha
Proprietário: Pedro Glória Domingues
Tipo: português,discreto e familiar
Localização: Lagos, Algarve
Dia de encerramento: segunda-feira
Formas de pagamento: numerário e Multibanco
Preço Médio: 20 a 25,00€
Área fumadores: exclusivamente fumadores
Estacionamento: fácil

  • Restaurante localizado numa zona residencial da cidade de Lagos, que prima essencialmente pela fabulosa cozinha tradicional portuguesa, cuidadosamente confeccionada pelas mãos da Graciete, também proprietária do restaurante.
  • O interesse do proprietário pelos cheiros e sabores de África, resultaram num acrescento ao menu de alguns pratos africanos, soberbamente cozinhados, como se da mão do mais exímio cozinheiro africano saíssem.
  • A cozinha regional não só tem origem no litoral algarvio, caso do peixe sempre fresco e cozinhado de diversas maneiras mas, de forma simples e saborosa, como também no barrocal algarvio, de onde saem pratos de carne de nos fazer crescer água na boca.

Peixe e mariscos: Garoupa, cherne e pargo grelhados, raia cozida no caldo com legumes ou frita com arroz de tomate, ovas cozidas, ensopado de pata-roxa, arroz de tamboril, massa de peixe, canja de peixe-galo ou de abrótea, cherne ou pargo na caçarola, moqueca de tamboril ou de camarão, caril de camarão, choquinhos fritos à algarvia, feijoada de búzios, salada de polvo, de lulas ou de ovas, carapaus alimados, raia de alhada, moreia frita, mexilhão ou amêijoas à Bulhão pato.

Carne: dobrada com feijão branco, grão com rabo de boi, rabo de boi em vinho tinto, coelho em vinho tinto, moamba de galinha com pirão de milho, cabidela de galinha, língua de vaca estufada, chambão de vitela, vitela à jardineira, bochechas de porco à casa, carne de porco com amêijoas, iscas de vitela à portuguesa, ensopado de borrego, favas à portuguesa, presas de porco à casa, medalhões de lombinhos de porco e bife do lombo na frigideira.

Doces: variados doces algarvios e uma mousse de limão com canela de comer e chorar por mais.

Outros pratos são confeccionados dependendo das estações do ano, da imaginação dos proprietários e dos produtos frescos disponíveis, já que o segredo deste restaurante é, sem dúvida, a criteriosa escolha dos produtos, tanto em frescura como em qualidade.

Para finalizar, a garrafeira da Comidinha é, sem dúvida, uma das melhores do Algarve. Entre vinhos tintos, brancos, espumantes e champagnes, todos eles servidos nos copos adequados, tem cerca de 1.050 referências.

Vale a pena fazer uma visitinha à Comidinha, pela comida, bebida, ambiente e por poder ‘baforar’ à sua vontade.


Crítica de: Maria João.

Esta apreciação, bem como a cotacão atribuída, resultam de uma única visita e constituem a expressão de uma simples opinião, devendo por conseguinte ser consideradas como isso mesmo, opinião num artigo de opinião.




snap map

Imagem surripiada no Barlavento Digital

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Amén

Café transforma-se em igreja para fumadores
01h39m
Para fugir à proibição do fumo em recintos fechados, o dono de um café em Amesterdão, Holanda, vai consagrar o seu estabelecimento como a "A Igreja Única e Universal dos Fumadores de Deus".

A santa trindade venerada na "igreja" será "o fumo, o fogo e a cinza", precisou Cor Bush, proprietário do café "Le Tilleul" (A Tília), em Alkmaar, no Norte de Amesterdão, acrescentando que pretende defender "a liberdade religiosa", prevista na Constituição da Holanda, país maioritariamente protestante.

Os fiéis que se juntarem no café receberão um mapa e serão autorizados a acender um cigarro.

JN


Recebido por e-mail.

sábado, 24 de maio de 2008

Confirmação e Pontuacão - 8


O Faustino
8B, R. A Gazeta de Oeiras
2780-171 Oeiras
telefone 21 441 77 47
Encerra ao Domingo.


snap map

  • Duas salas separadas por porta; de decoração, nada de especial a assinalar. Mas: guardanapos de pano; televisão desligada (na sala para fumadores, na outra, pimba); bom serviço, rápido e atencioso.
  • Tem janelas, mas pouco se vê das ditas... e, se se visse, naquele sítio, digamos que a paisagem não seria lá grande coisa. Definitivamente, aquilo é um sítio para se comer, não para ver as vistas.
  • Não tocamos nas entradas (presunto, com bom aspecto), porque já me tinham dito que ali as doses não são para piscos. Para mim, bife de carne argentina ("Angus", 11,50 €); pareceu-me boa escolha, não sei bem porquê; para ela, "tachinho de gambas com ameijoas" (11,90 €); também não sei porquê, pareceu-me má escolha, mas cada um é como cada qual. e vice-versa. Isto tudo regado com um excelente Cartuxa (uma marca de que já não recordo o nome, ao certo), que se fez pagar com 10 euritos, mais um leite-creme (bera, 2 €) e um só café, tudo junto deu 36,20 €. Nada, mas mesmo nada, mau!

Este restaurante vale essencialmente por aquilo que é a essência, mais do que evidente, de qualquer sítio onde se come: a comida. Nisso, cinco estrelas, numa escala de roteiro Michelin. O tal bifinho Angus, mais acompanhamentos, em notas de zero a vinte merecia bem uns... 18; além da extraordinária qualidade da carne (20, porque não posso dar mais), o esparregado (de ervilhas?) estava excelente e as batatas eram... verdadeiras! Não provei o "tachinho", mas a minha companhia afiançou-me que a coisa merecia "um dez". Ora bolas. Bem, mas como eu conheço a sua tremenda esquisitice, e como sei perfeitamente que ela gosta é de luxo, aquele "um dez" vale, em circunstâncias normais, isto é, num sítio acessível, muito mais do que isso: talvez "um dezasseis" ou mesmo "um dezassete". Portanto, à moda dos testes, vem a dar "Muito Bom".

Eu cá, que como por regra munta poucachinho, despachei aquilo quase tudo (o restante foi ela quem aviou, e com elogios pródigos e um bocadinho proletários). Ora, portanto: uma sala exclusiva para fumadores, guardanapos de pano, bom serviço, um ganda bife e um vinhinho de se lhe tirar o chapéu... o que é que se pode querer mais desta vida?

Merece ou não merece o primeiro 4 estrelas deste "roteiro"?

Merece, é claro que merece. E recomenda-se.


Esta apreciação, bem como a cotacão atribuída, resultam de uma única visita e constituem a expressão de uma simples opinião, devendo por conseguinte ser consideradas como isso mesmo, opinião num artigo de opinião.

Ah, valente!

O movimento quer reunir cinco mil proprietários para lançar protestos a nível nacional. Nos últimos meses, Hervé tem perscrutado o país à procura de outros revoltosos como ele. Várias centenas de estabelecimentos tiveram de fechar as portas nos últimos meses. "Posso dizer que um em cada dois cafés nas zonas rurais não respeita a lei." Hervé vive também sob ameaça da Associação dos Direitos dos não Fumadores, que lançou uma verdadeira campanha de denúncias, em França, disponibilizando na sua página da Internet formulários para entregar à polícia. Em resposta, e sem temer ser politicamente incorrecto, Hervé insiste sobre os argumentos que justificam uma revisão da lei para manter o direito de um estabelecimento se definir como fumador ou não fumador. "Temos os nossos números. Se em 1951, quando 71% dos homens fumavam em França, havia 30 mil casos de cancro, hoje fumam cerca de 50-60% e os casos de cancro aumentaram para 103 mil. Ou seja, não existe uma relação directa entre o fumo e o cancro."

DN de Hoje, suplemento "Gente"



Anchre
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Alguém sabe se existe alguma coisa semelhante ao mapa do fumador em França? Ou, já agora, em algum outro país da Europa ou... do mundo? Estou farto de procurar e não encontro nada.

domingo, 18 de maio de 2008

Confirmação e Pontuacão - 7


Adega do Augusto
444, Estrada Principal
Rebelva
Carcavelos
telefone 214 570 145
Encerrado 4ª Feira ao jantar e 5ª Feira.


snap map

  • São três salas no total; as duas mais pequenas, contíguas, reservadas para fumadores. Lá de extractores (10 na sala mais pequena!) e de aparelhos de ar-condicionado, ninguém se pode queixar.
  • Decoração simples, até porque é tudo novo; o restaurante foi totalmente remodelado recentemente.
  • Existe uma televisão (com o som ligado) logo à entrada mas, se a gente se refugiar no fundo da 2ª sala, quase não se ouve aquilo.
  • Para um jantar de duas pessoas, e atendendo ao sítio em que estamos (não é propriamente a Côte d'Azur, se bem que esteja a apenas algumas centenas de metros de Carcavelos), não se pode dizer que cerca de 30 € não seja... barato.
  • Desta vez, foram exactamente 20,45 € porque um dos pratos (picanha, 9 €) não foi debitado. Já lá iremos, quanto a isso. O outro prato foi coelho guisado (8,50 €), muito razoável e, dado que felizmente as travessas são bem servidas em quantidade, acabou por quase chegar para os dois. Com uma boa entrada (polvo tradicional, 3,5 €), àgua mineral, vinho "da casa" (2,75 €, da região de Torres Novas, razoável), café e duas sobremesas: tarte de amêndoa (2 €) e um excelente leite-creme (2 €, produção local).

É sempre de louvar que alguém se continue a esmerar com o seu estabelecimento, apesar de todas as dificuldades impostas pela legislação, e em especial quando - como é o caso e até porque a proprietária não fuma - se preocupam com o conforto dos fumadores.

Além disso, a mesma proprietária, neta do fundador da casa, esmerou-se também no atendimento e na simpatia. Como a minha parceira de jantar não apreciou particularmente a picanha (deixou ficar mais de metade, apesar de estar "esganada" de fome), isso não nos foi debitado. Ora, já se sabe, ainda bem que assim foi; poupam-se chatices a toda gente e o restaurante, em vez de perder dois clientes, ganha esses e se calhar muitos mais. Provei a tal picanha e realmente estava mesmo "esquisita"; vamos, portanto, considerar que aquilo foi um pequeno incidente de cozinha, um azar; para a próxima será melhor com certeza.

Quanto mais não seja pelo investimento em equipamentos de exaustão, pela simpatia da neta do Senhor Augusto, pelos preços, pelas quantidades (e pelo leite-creme, não esquecer o leite-creme), este é um sítio a revisitar. Pode mesmo ser um bom local para refeições regulares, em especial para os fumadores que trabalham na zona de Carcavelos.

Não fosse o tal azar com a picanha e mais uma estrelazinha rolaria.

Mas assim, nada mau, hem?


Esta apreciação, bem como a cotacão atribuída, resultam de uma única visita e constituem a expressão de uma simples opinião, devendo por conseguinte ser consideradas como isso mesmo, opinião num artigo de opinião.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Confirmação e Pontuacão - 6


Salão Preto e Prata
Casino Estoril
Praça José Teodoro dos Santos
2765-237 Estoril
Telefone: 214 667 700
C.E. - Salão Preto e Prata


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  • Foi aqui o célebre "local do crime", em que foi apanhado a fumar um director qualquer da ASAE, na noite de passagem-de-ano 2007/2008. Só por esse facto por assim dizer histórico, já valeria a pena ir lá espreitar.
  • Deve ser caso único no país: a sala está dividida por dois simples letreiros na parede: 2/3 para não fumadores, 1/3 para fumadores.
  • Isto é um jantar com espectáculo dentro, portanto a coisa depende muito mais deste (que varia) do que daquele (que deve ser sempre mais ou menos a mesma coisa).
  • Num jantar de 3ª Feira, deve ser normal que exista um rácio de quase um empregado para cada 4 comensais, o que, pessoalmente, não me chateia nada.
  • Considerando que, desta vez, o "menu" foi do género "promoção" (para os dias de menor movimento, é isso que lhe chamam), bem, 45 € por cabeça não é nada de mais.
  • Os 18 contitos, a dividir por dois, compreendem pãezinhos sortidos, manteiga (em pacotinhos de plástico!), creme de camarão (bom, 4 estrelas), pato assado com batata folhada (!) e legumes (esqueçam os legumes e a batata, o pato leva 3 estrelitas), meia garrinha de branco (do piorio) e outra meia de tinto (Periquita, por conseguinte aceitável), mais doce gelado de 4 chocolates (muito bom); café ou chá servem para liquidar a conta. O resto é pago à parte. E esse resto, para molhar o espectáculo, foi um maravilhoso Quinta de Pancas (22 €, vale).

Como se avalia uma coisa destas? Pelo lado dos comes e bebes ou pelo lado das bailarinas, salvo seja? O "show" actualmente em exibição chama-se «Four: Espírito dos Elementos", mas também se poderia designar por "Five: Pão e Circo", ou chamar-se outra coisa qualquer, que vinha a dar no mesmo. É um excelente número, ou sucessão de números, com um ritmo e uma encenação absolutamente perfeitos.

Só o espectáculo de «Michael McPherson, ex-performer do Cirque du Soleil», já valeria perfeitamente o preço do bilhete. Por conseguinte, não refilemos, vamos considerar que o jantar para dois foi inteiramente à borla ou, vá lá, meio por meio.

Isto porque, se nos ativermos a uma crítica puramente gastronómica, por assim dizer, bem, já traguei pior mas o Casino bem poderia ter caprichado mais um pouquinho no mestre Cuca. Não há lá taças para meter a bendita da manteiguinha? E a pinta de "comida de avião" daquela espécie de "catering", não daria para ao menos disfarçar? E, já agora, aquela honestíssima ave de arribação, bem marinada e melhor assada, não mereceria uma guarnição mais condizente, como, por exemplo, umas batatas novas também assadas e um esparregado decorativo e escorregadio? Para que raio servem aqueles vegetais desenxabidos, tão apetitosos ao paladar como um centro de flores e tão suculentos como uma paisagem siberiana?

Enfim, ponderados os prós e os contras, e atendendo à qualidade do ambiente (para já não falar do idem quanto a alguns pormenores anatómicos do chamado corpo de baile), vão três estrelas para a restauração (e cinco para os tais pormenores, mas isso não é para aqui chamado).

Uma nota (ainda mais) pessoal, sobre fumo no local: nenhum. Os tipos esmeraram-se nas maquinetas de extracção. É um prazer enorme; fumei que nem uma besta, ia-se-me acabando o tabaco, e nem um olharzinho de esguelha, nem uma bocazita foleira, nada de nada, as volutas desapareciam pelo tecto acima e, em troca, desciam belas mulheres pelo tecto abaixo. Um pedaço de céu, em suma, é o que vos afianço com cagança.



Esta apreciação, bem como a cotacão atribuída, resultam de uma única visita e constituem a expressão de uma simples opinião, devendo por conseguinte ser consideradas como isso mesmo, opinião num artigo de opinião.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Deus me dê paciência

Pois, esse tipo de respostas e observações trogloditas é cada vez mais comum. Informações erradas para o mapa, também. O mundo está cheio de imbecis, como se vê.
 
Agradeço a informação. Irei investigar o assunto, na medida das possibilidades e, a ser o caso, apagarei o dito restaurante laranja dos sítios decentes.
Cumprimentos.
 
JPG
----- Original Message -----
Sent: Friday, April 18, 2008 6:21 PM
Subject: Mapa


Quero deixar aqui que o ORANGE na rua São Pedro de Alcantara 21 que está referenciado como sendo de fumadores, é de não fumadores e que acha muito bem esta lei e que FUMAR É NA RUA tal como me foi dito.

Paulo Martins

terça-feira, 18 de março de 2008

O Porto (dos fumadores) visto do ar


http://youtube.com/watch?v=kVjwK3s0qgE

Esta coisa do Microsoft Virtual Earth é simplesmente genial. Depois do passeio turístico por Lisboa, via aérea, e como já tinha este ficheiro pronto, resolvi aproveitar para mostrar aos fumadores (e aos não fumadores) do Porto e arredores como é a sua cidade vista por um pássaro (ou por quem vai à boleia de um helicóptero, no caso).

O trajecto segue o mapa dos restaurantes para fumadores, é claro, e - curiosamente - não se vê fumarada nenhuma no ar.

A música, para condizer, é o "Porto Sentido", de Rui Veloso.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Um guia de restaurantes bem feito, ó

Não sei quem o faz ou fez e, confesso, descobri-o por mero acaso, via motor de busca. Parece-me que está actualizado mas, seja como for, é um dos melhores guias de restaurantes da zona de Lisboa que tenho visto. E dos restaurantes que lá estão, que nem são muitos, bastantes são para fumadores.

Aquilo deve ser algum aluno da Universidade Lusíada, a julgar pela linguagem juvenil e despreocupada, mas também poderá ser de algum professor ainda não muito entradote. Enfim, não interessa. Pelo menos até ver, este excelente guia está neste endereço e contém indicações tão preciosas como aquelas que a seguir se respingam, apenas para abrir o apetite.

Zé Barranquenho
Amadora
Av. Eduardo Jorge, 8D-2700 Amadora
(junto ao Metro da Falagueira)
934 913 018
15€
- Comidinha Alentejana muito bem feita. Tasco! É PRECISO MARCAR.
O Zé às vezes passa-se dos carretos...mas a filha atenua o estrago!

Muxaxo
Cascais Guincho
- Excelente vista. Paga-se por ela...e pelo pouco que se come.
Bom para levar a amázia!

Kais - Adega
Alcântara
R.Cintura Porto de Lisboa
25€
- Num armazém recuperado em cima restaurante e em baixo na Adega, come-se à javardona.
Rodízio de pratos tradicionais 30/40. Mesas compridas e um bocado barulhento...


Cumprimentos e agradecimentos ao ilustre e desconhecido autor. Fiquei cliente do guia.

sexta-feira, 7 de março de 2008

terça-feira, 4 de março de 2008

Letras a 60 dias

Confesso que já por diversas vezes tive o indicador em cima do botão. Um click, a confirmaçãozita da ordem ("are you sure?") e pronto, bingo: acabou-se o Baforadas, foi à vida o sítio. Finito. Que se lixe.

Claro que me chateia atirar com este trabalho todo borda fora, principalmente com os mapas, e de mais a mais agora que acabo de (sim, pois, eu sei, finalmente) pôr on-line os ficheiros POI.

Afinal, para quê e para quem esta trabalheira toda? Valerá a pena? Qual é o troco ou será que existe alguma espécie de troco, ao menos?

Bem, assim uma resposta curta e grossa? Não. Não há. O que há, é o costume, o "bom" e velho costume português da carneirada, a técnica portuguesa da "Maria vai c'as outras"; ou seja, depois de uns quinze dias, talvez três semanas, no máximo, de estrebuche e de berreiro sortido, o português típico, neste caso o fumador, acabou por meter a viola no saco e por ir à vidinha, na maior das calmas, perfeitamente conformado com a sua sorte.

Ainda a "lei do tabaco" não fez três meses, ainda nem sequer lhe rebentaram os dentinhos de leite, e já o fumador português acha normalíssimo rapar um frio de rachar à porta do centro comercial mais fino ou da tasca mais rasca do país, enquanto despacha à pressa o seu cigarrito criminoso. A lavagem ao cérebro tem sido de tal forma eficaz (como se sabe, a lavagem é tanto mais eficaz quanto menor for a quantidade de matéria a lavar), que são os próprios fumadores que, pressurosamente, se aprestam a fornecer "opiniões" favoráveis às extraordinárias medidas de "protecção" da "saúde pública" que inventam as chamadas autoridades. Perdão. Retiro o termo "inventam"; não inventam nada; quem inventou esse tipo de tretas não foram as nossas autoridades; sequer a invenção é coisa recente; já nos idos de 30 do século passado este género de patranhas fez furor e contribuiu, pelos vistos decisivamente, para a ascensão do Partido (Nacional) Socialista ao Poder. Adiante.

Já se notam os típicos sintomas de lassidão, o deixandar da ordem, aquilo que nos distingue, enfim, no chamado concerto das nações. O Português adora, pelos vistos e como de novo se verifica, levar porrada nos cornos. É cá um palpite que eu tenho, apenas isso, mas "quer-me parecer" que, de resto, o Português típico não quer nem deseja outra coisa que não bordoada, cacete, chicote, rédea curta. Andar de mansinho e falar pianinho. Isto da beata murcha e apagada, não é caricatura - é paradigma. Refilou por desfastio, mas só um bocadinho e até levar a primeira cacetada; assim que a primeira lhe acertou, o portuguesito amochou, embatucou, calou. O portuguesito é assim mesmo. Um caladito. Um morcãozito que verga a mola ao primeiro sinal de borrasca. É o gajo que não quer chatices com ninguém, por definição, e muito menos com gente de farda ou de cifrões, o que vem a ser quase toda a gente.

Ao princípio, ainda havia umas lérias, umas discussões, umas tertúlias, e assim. Agora, trinta e tal dias depois, piu. Népia. O excelente fórum cá do sítio, por exemplo, essa linda ferramenta que tive a peregrina ideia de criar, ali está positivamente às moscas, a colher e a acolher anúncios pornográficos, muito útil para quem procura extensões penianas e coisas que tais, totalmente inútil para e sem nada a ver com o tabaco, os fumadores ou o fumo. Enfim, uma tristeza. Mais uns dias e, se não for o site inteiro, pelo menos o raio do fórum lá terá de ir de vela, visto não estar ali a fazer nada.

De todos os militantes da minha tertúlia particular, apenas resta um elemento que boicota sistematicamente os locais reservados a não fumadores. Adivinhem quem. Pois. Eu. Moi. Toda a gente, um por um, uma por uma, por isto e por aquilo, principalmente por aquilo, se foi rendendo à "inevitabilidade" das circunstâncias, ou lá o que é. Ah, sim? Pois eu cá não vou a restaurantes ou cafés onde não se possa fumar de todo. De todo.

Já que estamos em maré de balanço dos 60 dias, por assim dizer, referência a outra tanga também aqui antes mencionada, aquela dos clubes privados; até agora, pelo menos, não se viu nada. Pode ser que, um destes dias (ou meses, ou anos, ou décadas), apareça por aí qualquer coisinha, mas sinceramente não me parece; aquilo deve ter sido lá um arremedo daquela prestigiosa associação de comerciantes. É outra característica portuguesa: o entusiasmo inicial. "Vamos fazer isto e aquilo?", ocorre a alguém perguntar, amiúde; "'bora!", é a invariável, arrebatada, possessa, histérica, patriótica resposta dos circunstantes. Bom, mas a coisa dá trabalho... Ah... Ehrrr... Dá trabalh.. Aaahhh... E não é p'ra dar lucro... Eeeee... Não é p'ra dar lucr... Eeee... Ehrrr... Bem...

Pois. Nada feito. Esquece lá isso, meu. 'Bora lá fazer mazé mais uma esplanada c'um ganda som, pomos uma P.A. com 2000 por canal, 4 canais em torre, tázaver, meu, prontsh, aquilo assim é ao ar livre, tázaver, a gente cobre tudo com lonas (olha, inda por cima é à borliú, os gajos das marcas pagam as lonas e tudo), e pronto, ficamos c'uma discoteca baril, aquilo é ao ar livre, já tinha dito?, é fumadores, é não fumadores, até podemos servir uns comes, uns burriés, e assim, hã, mais fixe não podia, yá?

São uns cómicos, estes militantes da causa da saúde pública, estes adeptos da protecção contra o "fumo passivo". Alguns deles, note-se, muitos deles até, verdadeiros fumadores, não de tabaco, essa horrível substância, mas de outras, hoje em dia socialmente aceites e bem vistas. Veremos, já no próximo Verão, que se aproxima a passos largos, como irão conviver - certamente com alegria e em sã convivência - as duas comunidades de viciados, os toxicodependentes e os maníacos da saúde. Curioso, e sociologicamente porventura interessante, poderá vir a ser observar também a forma como interagem estes dois grupos connosco, fumadores; sinceramente, palpita-me que não vão gostar muito de nos ver ali, nas "suas" esplanadas. Palpita-me mais: palpita-me que vai haver porrada de criar bicho, no Verão, por essas esplanadas fora, no nosso querido Portugal. Não é por nada. É cá por coisas.

Por fim, e apenas para aproveitar a boleia do post, gostaria de deixar aqui uma pergunta que me ocorreu enquanto dormia. Diz-me a experiência que não se deve deixar engasgadas perguntas que nos ocorrem durante o sono. Não sei porquê, mas pronto. A pergunta é a seguinte: os bombeiros podem fumar em serviço?

E, já agora: é permitido fumar nos incêndios?

Responda quem não souber.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

El Pino a pino


http://www.youtube.com/watch?v=qREkvLzu_dU

Este restaurante estava em território português, a 3 km da fronteira espanhola. Os espanhóis vinham cá comer e beber, deixar receita e impostos. A ASAE fiscaliza colheres de pau, tábuas de plástico, lavagens de casa-de-banho quatro vezes por dia, coisas estranhíssimas e importantíssimas e ainda, é claro, o cigarrito da ordem.

Os proprietários do restaurante mudaram-se para Espanha e estão agora a 7 km da fronteira, mas do lado de lá. Ainda por cima, e à boa maneira espanhola, ali pode-se fumar à vontade.

Os portugueses, se quiserem, que se desloquem agora e deixem ao governo espanhol os seus impostos. Não apenas os impostos dos belos petiscos, das belas comidinhas, da bela cozinha que lá se continua a fazer sem qualquer entrave, como os impostos da estupidez, os encargos da boçalidade, os entraves da cegueira e ainda os incómodos da mais pura e dura imbecilidade.

Portugal arrisca-se a transformar-se no mais higiénico e purista dos desertos, livre de todo o mal e de todo o fumo, sem um único restaurante para fumadores mas também sem um único restaurante ou, em última análise, sem seja o que for, em suma, um sítio lindo para os senhores inspectores da ASAE jogarem à bisca lambida uns com os outros ou, quem sabe, para se inspeccionarem mútua e detalhadamente.

O mapa do fumador acaba de se internacionalizar, por conseguinte. A localidade de El Pino entrou no mapa do Portugal fumante. Se alguém souber o nome do restaurante, o endereço exacto e o número de telefone do estabelecimento, o pessoal dos puros agradece.


Exibir mapa ampliado

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O Mapa do Fumador no... e no...

... Jornal da Madeira

http://fumador.cedilha.net
Este site é uma espécie de mapa para o fumador português. Nesta página encontra os restaurantes, cafés e casinos onde pode fumar, bem como as especificidades dos locais.


... Jornal Nova Guarda
Está disponível na Internet um mapa com locais onde é permitido fumar em Portugal. O site mostra cafés, restaurantes, bares e hotéis onde há salas dedicadas aos fumadores.

A lista conta já com cerca de duas centenas de locais onde não existem avisos vermelhos a impedir a entrada a fumadores, onde o vício é permitido. O número pode crescer a cada dia, até porque no site é pedida a colaboração de quem o visita para actualizar a informação.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O Mapa do Fumador no RCP

Rádio Clube (Português)pluginspage="http://www.microsoft.com/Windows/Downloads/Contents/MediaPlayer/" width="320" height="50" src="http://fumador.cedilha.net/imagens/" filename="0002af52.wav" autostart="False" showcontrols="True" showstatusbar="False"
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Emissão do Rádio Clube Português, no passado dia 11, sobre o Mapa do Fumador. Um trabalho do jornalista Augusto Freitas de Sousa.


Publicado no Apdeites em 24.01.08.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Fumemos, entonces

O Mapa do Fumador já está disponível num novo espaço, mais completo, com outro visual e com outras ferramentas, incluindo listas de locais para consultar e imprimir.

Divirtam-se.

http://fumador.cedilha.net


Publicado no Apdeites em 16.01.08.

domingo, 13 de janeiro de 2008

O Mapa do Fumador confundido no DN

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Este artigo, no DN de ontem (link não disponível), é curioso. Se bem que agradecendo penhoradamente à autora pela referência ao Apdeites e ao Mapa do Fumador, devo confessar que muito me surpreendeu a simbiose, por assim dizer, de ambas as coisas - mapa e "blogue".

Não, o Apdeites não é um "blogue exclusivamente para fumadores". Digo mais: o Apdeites não é um "blogue", sequer. Digamos que, no que respeita a fumadores, a coisa é só de há uns dias para cá, em alguns posts e numas páginas singelas. Pelo menos até ver, o assunto "fumadores" ocupa no Apdeites (que é, já agora esclareçamos, um site com um blog no meio) tanto espaço, tempo e feito como a campanha das "Tampinhas", para dar apenas um exemplo.

Também não entendi lá muito bem aquela das "listas solidárias com todos os fumadores". O que diabo será isso? Mas ele há aqui listas, no meu boteco virtual, que nem eu conheço? Andará aqui alguém a meter umas listinhas "solidárias" à má-fila? Se, por acaso, a autora do artigo se refere às listas de actualizações em blogs portugueses, bem, devo reiterar vivamente que aquilo tudo é não apenas para fumadores, como para não fumadores, fumadores ocasionais como o senhor director da ASAE, ex-fumadores em geral, presidentes da câmara de Tavira, e mesmo para anti-tabagistas militantes, consumidores de outras substâncias menos lícitas, enfim, as listas de actualizações são para toda a gente, ricos e pobres, novos e velhos, saudáveis e nem por isso. Em suma: as listas não são para aqui chamadas, valeu?

Mas pronto, seja pelas alminhas, fica o agradecimento à jornalista Joana Vieira, subeditora de Internet do Diário de Notícias.


Publicado no Apdeites em 13.01.08.

O Mapa do Fumador pirateado no CM

Copyright ©. Todos os direitos reservados. É expressamente proíbida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Presslivre, S.A. , uma empresa Cofina Media - Grupo Cofina.


Este avisozinho encarnado está no fim de uma "notícia" do jornal Correio da Manhã, com data de ontem, na qual se indica uma série de estabelecimentos de restauração e afins "onde se pode fumar". A "reportagem" é apresentada como tendo resultado exclusivamente do trabalho de quem a assina (está lá o nomezinho também) e sugere, em jeito de apelo militante, que os leitores do jornal enviem para a respectiva redacção indicações sobre mais locais "para fumadores".

Esta "reportagem" enferma de alguns viciozinhos, não apenas de forma como de conteúdo, e bem (ou mal) assim de carácter: o CM reserva-se todos os direitos de "copyright", de forma extremamente escarrapachada, mas - ao menos neste caso - o jornalista que assina a peça entreteve-se, de forma extremamente despachada, a copiar alarvemente os dados do Mapa do Fumador do Apdeites. Sem referir nunca a fonte, como acontece por definição em qualquer plágio ou roubo de conteúdos, este senhor "jornalista" publicou um artigo de fundo (2 páginas centrais) e estará por certo muito satisfeito com o resultado do "seu" trabalho.

Pois que lhe faça muito bom proveito. Este post servirá, doravante, para imprimir e mostrar aos proprietários dos estabelecimentos que ali foram indevida, incorrecta e truncadamente citados e que terão agora provavelmente à perna as diversas entidades de fiscalização. Alguns dos estabelecimentos que o "jornalista" refere como sendo "para fumadores" não o são efectivamente; foram copiados do Mapa do Fumador do Apdeites mais de 90% do total, e alguns deles apenas naquele mapa estavam referidos, tanto na Internet como em qualquer outro suporte de informação; como foram copiados literalmente, mas apenas com o nome do estabelecimento e a localidade, sem o resto das informações, resulta que a lista publicada pelo CM é não apenas um plágio descarado como uma simples e igualmente descarada manobra de bufaria.

Da qual bufaria, como é evidente, o autor do Apdeites e do Mapa do Fumador descarta, aqui e agora, qualquer espécie de responsabilidade. Aos senhores empresários que porventura se sintam prejudicados pela acção do senhor "jornalista" do CM recomendo vivamente que se queixem ao dito cujo.

Está feito o "disclaimer".


Publicado no Apdeites em 13.01.08.

domingo, 6 de janeiro de 2008

O Mapa do Fumador confundido no DN

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O Diário de Notícias publicou hoje este artigo sobre o Mapa do Fumador. O link à notícia não está disponível, porque a "tira" não consta do site do DN.

Publicado no Apdeites em 06.01.08.

sábado, 5 de janeiro de 2008

O Mapa do Fumador na TVI


http://www.youtube.com/watch?v=hSB4h0_5ooU


logótipo TVI
2008-01-05 17:10
Internet
Mapa com locais onde é permitido fumar

O site mostra cafés, restaurantes, bares e hotéis onde há salas dedicadas aos fumadores.
[ Última actualização às 17:10 do dia 05/01/2008 ]


Já está disponível, na internet, um mapa com os locais onde é permitido fumar em Portugal. O site mostra cafés, restaurantes, bares e hotéis onde há salas dedicadas aos fumadores.

A Norte, no bar «Sardinha Biba», em Braga, seja cigarro cachimbo ou charuto, aqui a porta está sempre aberta. A Sul fazemos uma paragem no «Coyote Bar» em Ovar. No interior, no «Café Central» em Penedono, não existem avisos vermelhos a impedir a entrada a fumadores.

Almoçar na linha de Cascais, entre o amor pelo mar e o gosto pelo cigarro também é possível, por exemplo no restaurante «Peixe na Linha», na Bafureira. A terminar o dia, pode, mais uma vez, fazer o gosto ao dedo, puxando de um cigarro e o gosto ao pé, com uma dança no «T-Club», na Quinta do Lago.

São apenas alguns exemplos, mas a lista já conta com 140 locais que abrem as portas ao vício. A lista pode vir a crescer, já que o site pede a colaboração de quem o visita para actualizar a informação.

http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=899608







Publicado no Apdeites em 05.01.08.