sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Canada, super multa a un camionista che fumava al volante: 300 dollari

WASHINGTON - Maxi multa di 300 dollari a un camionista canadese perché fumava al volante del suo Tir. Il motivo: in Canada, la cabina di guida dei camion è equiparata al posto di lavoro in fabbrica o in ufficio, e sul posto di lavoro è vietato fumare, come lo è nei locali pubblici. È accaduto nella provincia di Ontario. Un severo agente della stradale ha visto il camionista guidare con la sigaretta accesa in bocca e lo ha fermato. Inutili le sue proteste. «La legge è chiarissima al riguardo» ha spiegato Shawna Coulter, una portavoce della polizia canadese.

Non si sa se se la maximulta sia la prima del genere. Ma la notizia ha sollevato un importante quesito su cui il Canada non si è ancora pronunciato: se una persona viaggia per lavoro nell’auto aziendale o un funzionario governativo nell’auto blu, può fumare, o se lo fa è penalizzato perché anch'essa è un posto di lavoro? Il parere prevalente in Canada è che potrebbe ricevere la maximulta. E negli Stati uniti? L’episodio ha attivato la lobby antifumo, che adesso chiede una legge alla canadese, anzi va oltre, e propone che sia vietato anche fumare all’aperto.

Corriere Della Sera, 11.10.09

sábado, 15 de agosto de 2009

Proposta democrata

Avança o Mail Online que o Liberal Democrat Council de Liverpool lançou uma proposta para interditar o visionamento de filmes (recentes ou antigos, com algumas excepções de imagens de marca, como por exemplo Winston Churchill) com cenas de consumo de tabaco a menores de 18 anos. Caso seja validada, os cinemas e afins terão que avisar o dito Council com 21 dias de antecedência, caso pretendam exibir um filme com tais cenas. É para começar em Liverpool mas estender a todo o Reino, ou não fossem democratas.

Um país como a Inglaterra - cimeiro da Europa na taxa de adolescentes deprimidos e violentos, arrecadando também o 1º lugar na morte adolescente causada entre pares – tem de facto no consumo de tabaco o seu maior problema e nos isqueiros a arma mais mortífera. Aliás, os Gangs (que tão ardilosamente recrutam crianças) comparados aos tabagistas são uns santinhos. A juventude inglesa precisa urgentemente de ser resguardada desses terríveis modelos - dos fumadores, claro.
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Nota: um pouco sobre Gangs de Liverpool, AQUI, no Youtube.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Qual Sauvage, qual quê?

Quando li ISTO no DN saltou-me logo: prontos, agora que cortaram o falo ao Delon é que os francius deixam de fumar.
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Fontes das imagens: 1966 no midiático e 2009 no Fashion As a 2nd Language.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Kiwis com pernas

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ainda ontem se podia fumar

Para aproveitar o São João

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Também nem tanto, mas...

Quem não fumar, é multado!
18h15m

Na província de de Hubei, na China , os funcionários públicos são obrigados a fumar. Quem não o fizer é multado.

A nova regulamentação determina o número de cigarros que devem ser consumidos e as marcas que devem ser compradas pelos funcionários públicos.

No final do ano, em toda a província, devem ser consumidos 230 mil maços de cigarros de marcas locais, com o intuito de impulsionar a economia.

"O regulamento irá impulsionar a economia local através do imposto sobre o cigarro", explica um governante local ao Global Times.

Apesar da nova regulamentação incluir punição para aqueles que não obedecerem, ainda foram decretadas aplicação de outras multas. Alguns fumadores já foram ameaçados depois de serem encontrados restos de cigarros fabricados em outra província.

Na China há cerca de 350 milhões de fumadores, e cada ano morre cerca de 1 milhão de pessoas devido a doenças provocadas pelo tabaco.

[Jornal de Notícias de hoje]

sexta-feira, 1 de maio de 2009

O trabalho pode matar

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Tabaco Negro



Imagem via blog anterozóide

sexta-feira, 27 de março de 2009

Transmutação







Qual mau humor, qual quê?

A culpa é da ovulação. E mai nada!






Fonte da imagem: Dicas e Cia

Não há vagas

Fizeram-me chegar a notícia de que o “tabaco é mais perigoso do que excesso de peso”. Pois bem, leitura feita e fico a saber numa única frase, aliás em quatro palavras, «fumar importa muito mais» e isto num artigo que assenta num estudo longitudinal sobre o Índice de Massa Corporal.

Lá vai o tempo – crise existencial que durou a eternidade duns segundos - em que tentei aderir ao clube dos imortais, aqueles que não comem, não bebem, não fumam, não… mas a resposta foi: não há vaga, o planeta asséptico está lotado. E tive de me conformar, nasci com a sentença de que um dia vou morrer.


Fonte da imagem: WebJovem

sexta-feira, 6 de março de 2009

A publicidade pode ser didáctica?

video

domingo, 1 de março de 2009

A mátria fumadora


A memória guarda-me Natália como senhora de telúricas paixões e um cigarro na boca ou na mão como adereço principal. E já que o Museu dos Baleeiros inaugurou no passado dia 27 a exposição intitulada “O Desenho na Colecção Privada de Natália Correia” parece-me a altura apropriada para aqui a trazer.


O espírito

Nada a fazer amor, eu sou do bando
Impermanentemente das aves friorentas;
E nos galhos dos anos desbotando
já as folhas me ofuscam macilentas;

E vou com as andorinhas. Até quando?
À vida breve não perguntes: cruentas
Rugas me humilham. Não mais em estilo brando
Ave estroina serei em mãos sedentas.

Pensa-me eterna que o eterno gera
Quem na amada o conjura. Além, mais alto,
Em ileso beiral, aí espera:

Andorinha indeme ao sobressalto
Do tempo, núncia de perene primavera.
Confia. Eu sou romântica. Não falto.

In "Sonetos Românticos", Lisboa: O Jornal, 1990

Caricatura de Vasco

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Sugestão de disfarce carnavalesco

Não está nu. Não emite fumo. Julgo não ser censurável.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Fumar dá asas?

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Museu Bogart



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Museu da impaciência


E deito um cigarro meio fumado fora
Para irremediavelmente acender um novo cigarro

Impaciente até à angústia,
Como quem espera numa estação dos arredores

O comboio que há-de trazer ah tão talvez, quem talvez venha



Álvaro de Campos - Livro de Versos . Fernando Pessoa. (Edição crítica. Introdução, transcrição, organização e notas de Teresa Rita Lopes), Lisboa: Estampa, 1993


Imagem de Nuno Manuel Baptista

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

JPG como DJ

A Wordpress bem tenta lixar a vida aos utilizadores, mas há sempre maneira de dar a volta ao "texto", como se vê com este caso.

Com que então, era impossível publicar o "widget" da Blip.fm, hem?

Pois aí está ele.




more about "JPG como DJ", posted with vodpod

[Isto é repetido do Baforadas backup/mirror, em http://baforadas.wordpress.com, e vem a propósito de um comentário a este post do Apdeites.]

Museu da tabacaria

(...)
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.


Excerto de "Tabacaria" de Álvaro de Campos, 15-1-1928

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Museu das baforadas






Ao cigarro


Cigarro, minhas delícias,
Quem de ti não gostarás?
Depois do café, ou chá,
Há nada mais saboroso
Que um cigarro de Campinas
De fino fumo cheiroso?

Cigarro, quanto és ditoso!
Já reinas em todo mundo,
E esse teu vapor jucundo
Por toda parte esvoaça.
Até as moças bonitas
Já te fumam por chalaça !...

Sim; - já por dedos de neve
Posto entre lábios de rosa,
Em gentil boca mimosa
Tu te ostentas com vaidade.
Que sorte digna de inveja!
Que pura felicidade!

Anália, se de teus lábios
Desprendes subtil fumaça,
Ah! tu redobras de graça,
Nem sabes que encantos tens.
À invenção do cigarro
Tu deves dar parabéns.

Qual caçoula de rubim
Exalando âmbar celeste,
Tua boca se reveste
Do mais primoroso chiste.
A tão sedutoras graças
Nenhum coração resiste.

Embora tenha o charuto
Dos fidalgos a afeição,
E do conde ou do barão
Seja embora o favorito;
Mas o querido do povo
Es tu só, meu cigarrito.

Quem pode ver sem desgosto,
Esse charuto tão grosso,
Esse feio e negro troço
Nos lábios da formosura?...
E uma profanação,
Que o bom gosto não atura.

Mas um cigarrinho chique,
Alvo, mimoso e faceiro,
A um rostinho fagueiro
Dá realce encantador.
E incenso que vapora
Sobre os altares de amor.

O cachimbo oriental
Também nos dá seus regalos;
Porém nos beiços faz calos,
E nos faz a boca torta.
De tais canudos o peso
Não sei como se suporta!...

Deixemos lá o grão-turco
No tapete acocorado
Com seu cachimbo danado
Encher as barbas de sarro.
Quanto a nós, ó meus amigos,
Fumemos nosso cigarro.

Cigarro, minhas delicias,
Quem de ti não gostará?
Certo no mundo não há
Quem negue tuas vantagens.
Todos às tuas virtudes
Rendem cultos e homenagens.

És do bronco sertanejo
Infalível companheiro;
E ao cansado caminheiro
Tu és no pouso o regalo;
Em sua rede deitado
Tu sabes adormentá-lo.

Tu não fazes distinção,
És do plebeu e do nobre,
És do rico e és do pobre,
És da roça e da cidade.
Em toda a extensão professas
O direito de igualdade.

Vem pois, ó meu bom amigo,
Cigarro, minhas delícias;
Nestas horas tão propícias
Vem dar-me tuas fumaças.
Dá-mas em troco deste hino,
Que fiz-te em ação de graças.

Rio de Janeiro, 1864
Bernardo Guimarães (1825-1884)


Imagem de The CellarLight

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

E pode ser cigarreira


Um Ipod estragado pode ainda acondicionar os cigarros em perfeitas condições de segurança. A isto chamo tecnologia limpa e reciclável.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Último desejo

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Fumar de luvas

Com os dias frios que correm, os fumadores obrigados a manter o hábito ao frio, à chuva e ao vento que raras foram as empresas que criaram espaços para o efeito já que a porta da rua é serventia mais barata, podem minimizar os prejuízos resultantes das mudanças de temperatura usando luvas. Luvas sem dedos.


E se os modelos acima porventura sugerirem uma atitude efeminada é sempre possível encontrar umas luvas desportivas para quaisquer mãos másculas.




[encontra-se aqui a forma de tricotar as luvas]

domingo, 25 de janeiro de 2009

Poemas e cigarros



Do tempo em que havia uma poética dos cigarros. Nesse tempo longínquo de há um ano e pouco.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A insustentável leveza do fumo


A sabedoria popular diz-nos que temos de ser uns para os outros e vem isto a propósito de um amigo meu não-fumador que desde a semana passada anda acabrunhado e cabisbaixo. Há um ano atrás rejubilou com a lei anti-tabaco certo de pertencer à maioria saudável deste país que apontava o egoísmo à minoria dos fumadores e justamente os punia socialmente quanto mais não fosse porque o irritava particularmente respirar o fumo deles quando degustava o seu bifinho com muito molhinho e batatas fritas e uma concha de arroz ou porque quando ia desopilar à noite ficava com o cheiro a fumo entranhado na roupa que tinha de ir logo tudo para lavar e até para a limpeza a seco.

Só que nas notícias teve conhecimento de um estudo de uma faculdade, com toda a seriedade que isso comporta que conclui que os gases lançados pelos veículos automóveis, compostos de substâncias todas elas cancerígenas, afectam toda a atmosfera, inclusive os locais onde o fumo não é permitido, e consequentemente, toda a população, incluindo as criancinhas que ainda aprendem a circular em ranchos ordenados a pé pelas ruas em saídas lúdicas dos infantários ou até em visitas de estudo. E ele que tem no seu carrinho o seu ai-jesus e já nem seria capaz de ir ao café da esquina sem ele, tal a relação íntima que ao longo dos anos se desenvolveu entre eles, começou a imaginar cenários em que catrefas de médicos o aconselham a seguir um programa de desintoxicação da viatura com muitas caminhadas a pé, em que as viaturas são impedidas de entrar nas cidades e os cidadãos são obrigados a circular em transportes públicos, em que se vê relegado para uma situação quase clandestina de ligar o seu automóvel e assentar as mãos no volante apenas na privacidade da garagem que felizmente no seu prédio ainda são individuais, tudo a bem da saúde de toda a população e sente-se um individuo a quem arrancaram metade de si.



Foto de Cristina Grosso, 2008

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

O cantinho do castigo


Quando menina e moça ia à escola ainda era vulgar colocar de castigo os meninos que se portavam mal exilando-os a um canto da sala. E de acordo com relatos de minha mãe, ainda antes era comum acrescentar a prática de coroar o castigado com umas orelhas de burro confeccionadas em cartolina para provocar a troça dos seus pares.

Estas recordações surgem-me agora a propósito da Lei nº 37/2007, sorridente como um bebé por ter acabado de comemorar o seu primeiro ano de vida porque desde a sua entrada em vigor na vida dos portugueses obrigou as escolas públicas a escolher um caixote mais asadinho dos existentes na instituição e em alguns casos, até um vaso grandinho com uma planta, para não se entrar em mais despesas, e numa pedagogia de crime e castigo desterrou os professores fumadores para um cantinho do lado de fora do portão da escola.


Foto de René Maltête

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Cidadão permitido


Quando acordo de manhã ao som das buzinadelas contínuas da fila interminável de viaturas, nesse barulhento ritual mágico-religioso de dissipar o trânsito que há anos se revela ineficaz, fico com ganas de lhes tirar o pio, de lhes extirpar esse órgão sonoro do carro já que ninguém fiscaliza o ruído.

Esta é uma questão que não está no horizonte da Confederação Portuguesa de Prevenção do Tabagismo que ontem anunciou que quer extirpar o fumo em todos os estabelecimentos de restauração, incluindo bares e discotecas. Defende mesmo que a lei tem de ser alterada para passar a contemplar tão completa proibição. Que não se descanse e durma por causa do ruído dos bares e discotecas será certamente coisa de pequena monta para estes cruzados movidos pela defesa do direito exclusivo e inalienável dos não-fumadores a ocuparem todos os territórios.

E desta vez o director-geral de Saúde explicou prontamente que a lei em vigor só pode ser revista após 3 anos e que de qualquer modo, "Não há condições para se alterar a lei portuguesa porque ela fundamenta-se nos princípios constitucionais que estão em vigor no nosso país, onde os excessos não são permitidos". Afinal, ao abrigo da Constituição, os fumadores são cidadãos como os outros.


Imagens de Yatahonga.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

SG VIP

PUBLICO.PT
PÚBLICO: Edição Impressa, Última Hora
8 de Janeiro de 2008 - 09h31


Mau e caro mas nosso
Miguel Esteves Cardoso

Durante décadas, quando ser consumidor era praticamente o mesmo que ser comunista, guiávamos-nos todos por uma tabela que por cá nunca falhava: estrangeiro=melhor=mais caro.

Quem fosse pobre ou tivesse um carinho fascista pela mediocridade, comprava nacional. Ou, pela calada, pedia a um fascista amigo para trazer do estrangeiro, onde era sempre mais barato.

Hoje, esta regra está sob ataque. Nas frutarias e sapatarias; nos Aldis e Lídeis; o nacional é que é bom; o nacional é que é mais caro; o nacional é que é o único que se "pode levar à vontade."

Todo um sistema de valores se inverteu. A nossa moeda já vale tanto como uma libra esterlina; os dólares, tal como a libra livreira, começam a tornar-se uma memória distante, do Cinema. Mas só ontem é que a velha hierarquia veio abaixo. Lia-se na página 30 do PÚBLICO: o SG Filtro vai passar a ser mais caro do que o Marlboro. Sim, o baixote e ordinareco SG Filtro de Xabregas, que eu comprava quando não tinha dinheiro para o Marlboro comprido e show off da Virgínia, dos filmes e da Fórmula 1, vai ser o cigarro de quem quer fazer-se passar por cosmopolita e milionário.

Já estou a ver os anúncios, caso os permitissem: "Sim, sou um oligarca russo - fumo SG Filtro à fartazana!". Ou: "Não é por estar desempregado que dispenso o cigarrinho: vai sempre um Márlubóro enquanto estou na bicha para a sopa; ai nanas!".

Espero bem que os fascistas estejam satisfeitos.


© Copyright PÚBLICO Comunicação Social SA

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O discreto pudor do fumo


Sophia fumava. Pouco. E raramente foi fotografada com um cigarro na mão. Já Mário Cesariny era um fumador inveterado e por pouco tempo que se estivesse a seu lado era inevitável vê-lo acender um cigarro, hábito de que resultaram inúmeras fotografias suas, mesmo de pose e de estúdio que memorizam a sua imagem a fumar.

No entanto, nos últimos anos um discreto pudor do fumo tomou conta das contracapas e badanas dos livros e, até dos sites, cerceando o cigarro das imagens dos autores e custa a acreditar que resulte meramente de uma bitola gráfica aparentando antes uma estética de omissão dessa característica do autor, talvez considerada pouco saudável para a sua venda a granel. Quase como se por imposição de uma moda capilar de testa descoberta se apagasse agora a franja das fotografias de Beatriz Costa.


Imagens de JornalismoPortoNet e Assírio & Alvim.